Bloqueios ou atrofia nervosa
Por Dra. Giovana Granzzoti
25/08/2017
Nesta semana nossa coluna especial, vai falar de um tema que acredito ser de grande importância.
Com total certeza, algumas das pessoas que leem esta, devem ter escutado falar que um amigo, parente, um conhecido, sofreu um bloqueio ou atrofia nervosa.
Bloqueio ou atrofia
É quando alguma parte de seu corpo por alguma razão, fica impedida de atuar ou de se mexer.
Chamamos de bloqueio, quando há chances da parte prejudicada voltar a funcionar normalmente, e chamamos de atrofia, ou paralisação, quando a parte afetada não vai mais voltar a funcionar.
Uma pessoa que sofreu um derrame, e que não vai mais andar para o resto de sua vida, sofreu uma atrofia, ou paralisia.
Uma pessoa que caiu, sofreu uma lesão mas pode recuperar seus movimentos com o uso da fisioterapia, sofreu um bloqueio, para ficar mais simples de ser entendido.
Quando o bloqueio ou a atrofia se dá nos nervos, geralmente a ação que a provocou vem de um problema neurológico.
Mas um problema que a olho nu, não vai ser identificado em um exame físico de imagem por exemplo.
Esses problemas nervosos, acontecem por acúmulo de stress, ou por doenças que estejam mais ligadas com o emocional do que com o físico do paciente.
Contudo, uma doença emocional pode, atrofiar a pessoa.
Não porque ela queira ficar paralisada, mas porque as células nervosas sofrem necrose, elas morrem.
Por que essas células morrem?
O excesso de stress sob o paciente, ou doenças neurológicas emocionais que submetam a condição de muita carga nos nervos, faz com que o corpo do paciente precise suportar uma carga amais do que a acostumada.
Assim como seu coração não pode bater aquem da sua capacidade, seus nervos não operam a partir de uma quantidade elevada de stress.
Eles entram em colapso, e sem forças começam a morrer.
Os músculos do corpo, que se mexem pela ação de nosso sistema nervoso, começam então a ficar sem forças.
E com o passar do tempo, esse limite de forças diminue a tal ponto, que acaba sendo impossível mexer as partes afetadas.
Geralmente o sistema nervoso vai controlar a maior parte de seus movimentos de braços e pernas.
E é por isso que essas são as partes mais prejudicadas quando há bloqueio ou atrofia.
O que fazer?
A partir do momento que o paciente recebe um diagnóstico desses, ele precisa se cuidar.
Evitar ao máximo o acúmulo de stress, para que a doença não avance e o paralise completamente.
E precisa também de atividades físicas, ou terapias que estimulem o uso dos nervos no corpo.
Então são recomendadas, fisioterapias, exercícios físicos, natação, ginástica, e a eletroterapia.
Esta última, consiste em uma série de sessões, em que o paciente se deita em uma maca, e recebe estímulos no corpo.
São pequenos choques, como se fossem vibrações, que fazem os nervos que estão em processo de paralisação, se reavivem.
Na maior parte dos casos, a combinação de tratamentos atinge o resultado esperado e os bloqueios são revertidos.
Mas em alguns deles, quando a doença é muito avançada ou quando o paciente procura tardiamente um tratamento, esses bloqueios já evoluem a atrofia e não há o que se fazer, a não ser evitar novos bloqueios e atrofias.
A parte que já paralisou, não volta, e o paciente precisa se adaptar a ela.
Como saber que estou com o problema?
Se o paciente sente fraqueza nos braços e pernas,
se a pessoa tem dificuldade em segurar objetos,
se a pessoa tem muitos tremores ao segurar algo,
se a pessoa possue qualquer doença que possa indicar o bloqueio ou atrofia dos nervos.
Deve procurar atendimento.
O médico correto a buscar, é um neurologista, que diante ao histórico do paciente vai o ofertar o melhor tratamento.
É importante salientar, que o remédio é importante, e que paralelo aos tratamentos citados acima, vai ser necessária a tomada de alguma dessas medicações.
O problema é que pelo sistema público de saúde, não existem tratamentos como Eletroterapia, nem recomendação de outras atividades.
Nos casos mais extremos, o paciente é encaminhado a fisioterapia mas o tratamento auxiliar deve ser buscado por ele assim que diagnosticado.
Doenças que podem provocar o bloqueio de nervos
Algumas doenças podem provocar o bloqueio nos nervos do corpo.
São chamadas de Neuropatias, doenças nervosas.
Tais como:
Depressão Crônica Severa, Transtorno Obsessivo Compulsivo, Transtorno de Ansiedade, Fibromialgia, Neuropatia Diabética, entre outras.
O importante também em saber, é que não são somente as doenças emocionais que podem provocar bloqueios e atrofias.
Outras doenças com sintomas físicos influenciam nos nervos.
A diferenciação delas, é que se o paciente não tem nada fisicamente, mas tem qualquer tipo de sintoma de bloqueio ou atrofia, isso não quer dizer que ele está
inventando diagnóstico, mas sim que precisa ser averiguado melhor, dentro das doenças emocionais.
Doenças físicas que apresentam atrofia são:
Esclerose, Reumatismos, Mal de Parkinson, e canceres cerebrais.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Fibromialgia - Um mal que se esconde em outros
Por Dra. Giovana Granzzoti
18/08/2017
Nesta semana o artigo de nossa coluna, relata uma doença que não é muito falada nos consultórios médicos, mas que pelos sintomas vão fazer muita gente se diagnosticar.
Fadiga, cansaço, mal-estar, moleza, uma interminável dor nas articulações de braços e pernas, depressão, sensações de angústia, problemas de circulação sanguínea e claro o pior deles.
Um inchaço sem precedentes que nada pode explicar por qual motivo se incha tanto.
Se você está encaixada nesses sintomas, alerta! Você pode ter fibromialgia.
Esta é uma doença dos nervos, que não aparece em exames e é feita diagnóstico a partir da historia clínica do paciente, depois do descarte de outras doenças
neurológicas.
Aparece geralmente, na consequência da depressão ou como acompanhante da mesma.
E prejudica, todo ou quase, o funcionamento do corpo por estar instalada exatamente no sistema nervoso e nas articulações.
Suas dores são incessantes e as vezes se confunde com doenças inflamatórias, como Artrite, mas é algo mais complexo.
Entender a Fibromialgia é algo que precisa transpassar os limites da medicina, você precisa entender a si mesmo.
Geralmente essa é uma doença de mulheres, que começam a afetar as pessoas a partir dos 25 anos de idade.
Mas em casos raros, atinge também homens apesar de ser em grau menor.
Uma vez diagnosticada, o melhor tratamento para a Fibromialgia trás uma série de combinações.
Terapia, medicamentos, exercícios, natação, massoterapia.
Na busca por uma melhor qualidade de vida, tudo é possível.
Para falar dessa doença, um artigo apenas não vai ser suficiente, então vamos o dividir e sempre que possível escreveremos um pedacinho, até para não ficar
cansativa a leitura.
Por que acontece?
A Fibromialgia não tem uma causa específica, ela aparece, simples assim.
É o resultado de uma disfunção nos nervos, geralmente provocada por uma depressão crônica.
E é por isso que atinge maior parte de mulheres, do que homens.
Suas características são bem peculiares, o que torna seu diagnóstico para uma pessoa atenta, a ser definível.
Você começa a inchar, sem motivos aparentes para isso. Vai sentir cansaço, fadiga, as coisas que fazia antes com facilidade, vão ser u fardo.
Subir escadas, limpar a casa, tudo isso vai ter que ser feito com cautela, com paciência, porque o corpo não vai responder mais aos estímulos.
Os nervos se atrofiam, porque faltam substâncias estimulantes no cérebro, que são contornadas ou drenadas pela depressão.
A depressão o retira o ânimo, e a Fibromialgia é o sintoma físico da doença, alguns a chamam de doença da alma, porque é impossível trata-la com medicamentos, se
não
houver uma terapia em paralelo.
Calmantes, antidepressivos, vão te ajudar. Mas não vai poder dispensar também o uso de relaxantes musculares, analgésicos, e não vai se esquecer nunca, todos os
dias
vai sentir dor.
O inchaço as vezes vai significar que a Fibromialgia transpassa a ordem cerebral, e chega ao sistema cardiovascular.
Sim, ela pode provocar um AVC, Derrame, por causa das complicações a longo prazo.
Vai causar má circulação sanguínea e isso explica uma das razões pelo inchaço.
O neurologista é o melhor profissional para tratar este mal, mas as vezes vale apena passar pelo psicólogo em paralelo.
E é bom também, encontrar um médico que entenda o seu problema, porque nem todos pensam igual ou conseguem fazer esse diagnóstico preciso.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Por Dra. Giovana Granzzoti
18/08/2017
Nesta semana o artigo de nossa coluna, relata uma doença que não é muito falada nos consultórios médicos, mas que pelos sintomas vão fazer muita gente se diagnosticar.
Fadiga, cansaço, mal-estar, moleza, uma interminável dor nas articulações de braços e pernas, depressão, sensações de angústia, problemas de circulação sanguínea e claro o pior deles.
Um inchaço sem precedentes que nada pode explicar por qual motivo se incha tanto.
Se você está encaixada nesses sintomas, alerta! Você pode ter fibromialgia.
Esta é uma doença dos nervos, que não aparece em exames e é feita diagnóstico a partir da historia clínica do paciente, depois do descarte de outras doenças
neurológicas.
Aparece geralmente, na consequência da depressão ou como acompanhante da mesma.
E prejudica, todo ou quase, o funcionamento do corpo por estar instalada exatamente no sistema nervoso e nas articulações.
Suas dores são incessantes e as vezes se confunde com doenças inflamatórias, como Artrite, mas é algo mais complexo.
Entender a Fibromialgia é algo que precisa transpassar os limites da medicina, você precisa entender a si mesmo.
Geralmente essa é uma doença de mulheres, que começam a afetar as pessoas a partir dos 25 anos de idade.
Mas em casos raros, atinge também homens apesar de ser em grau menor.
Uma vez diagnosticada, o melhor tratamento para a Fibromialgia trás uma série de combinações.
Terapia, medicamentos, exercícios, natação, massoterapia.
Na busca por uma melhor qualidade de vida, tudo é possível.
Para falar dessa doença, um artigo apenas não vai ser suficiente, então vamos o dividir e sempre que possível escreveremos um pedacinho, até para não ficar
cansativa a leitura.
Por que acontece?
A Fibromialgia não tem uma causa específica, ela aparece, simples assim.
É o resultado de uma disfunção nos nervos, geralmente provocada por uma depressão crônica.
E é por isso que atinge maior parte de mulheres, do que homens.
Suas características são bem peculiares, o que torna seu diagnóstico para uma pessoa atenta, a ser definível.
Você começa a inchar, sem motivos aparentes para isso. Vai sentir cansaço, fadiga, as coisas que fazia antes com facilidade, vão ser u fardo.
Subir escadas, limpar a casa, tudo isso vai ter que ser feito com cautela, com paciência, porque o corpo não vai responder mais aos estímulos.
Os nervos se atrofiam, porque faltam substâncias estimulantes no cérebro, que são contornadas ou drenadas pela depressão.
A depressão o retira o ânimo, e a Fibromialgia é o sintoma físico da doença, alguns a chamam de doença da alma, porque é impossível trata-la com medicamentos, se
não
houver uma terapia em paralelo.
Calmantes, antidepressivos, vão te ajudar. Mas não vai poder dispensar também o uso de relaxantes musculares, analgésicos, e não vai se esquecer nunca, todos os
dias
vai sentir dor.
O inchaço as vezes vai significar que a Fibromialgia transpassa a ordem cerebral, e chega ao sistema cardiovascular.
Sim, ela pode provocar um AVC, Derrame, por causa das complicações a longo prazo.
Vai causar má circulação sanguínea e isso explica uma das razões pelo inchaço.
O neurologista é o melhor profissional para tratar este mal, mas as vezes vale apena passar pelo psicólogo em paralelo.
E é bom também, encontrar um médico que entenda o seu problema, porque nem todos pensam igual ou conseguem fazer esse diagnóstico preciso.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Sorilis, a droga do momento
Sorilis, a droga do momento
Por Dra. Giovana Granzzoti
11/08/2017
Nesta sexta-feira eu peço desculpas por demorar escrever.
Todos esperavam esta atualização pela manhã mas tudo que pensei para escrever hoje, teve de ser mudado.
O motivo, o assunto dessa semana não poderia ser outro que não a droga Sorelis.
A medicação de incrível alto custo que se tornou conhecida de todos nós, leitores Kester nas últimas 24h.
A medicação precisa ser usada pelo Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, no combate a um problema que causa deficiências e infecções no sangue e em outras partes do corpo.
Se não tomar a medicação, Guilherme vai desenvolver uma anemia severa e infecção múltipla e generalizada, o que no seu caso seria fatal.
Para evitar essas complicações há uma saída, única saída infelizmente.
E ela está fora de todos os padrões do Brasil.
A medicação Sorilis é a única droga neste momento, capaz de conter o avanço desta doença que acomete Kalel agora.
É necessário que ele tome ao menos duas injeções da droga por mês, num prazo mínimo de 2 anos, que pode ou não ser aumentado, para se ter um efeito esperado e preciso.
Se isso não acontecer, Guilherme não teria chance.
A medicação custa R$ 11 Mil e é uma das mais caras do mundo.
É produzida na Europa e importada para o Brasil, onde é comercializada mediante a retenção da receita.
A droga é relativamente nova aqui, pouquíssimas pessoas tiveram acesso a ela, e todas compraram nem uma pelo SUS.
Pelo seu alto custo, o remédio não está no sistema público de saúde, aliás opinião médica a ser dada, é um dos muitos que tinham de estar no sistema mas que
infelizmente não estão.
Ao custo de R$ 11 Mil, Guilherme precisa de duas por mês, ele gastaria R$ 22 Mil por cada 30 dias.
Se o tratamento durar 2 anos, seriam mais de R$ 500 Mil com remédios.
Como a droga não perdeu a patente, isto dá ao laboratório produtor o direito de comercializa-la ao custo que desejarem.
E isso é algo que influencia neste alto custo da medicação.
Talvez se houvesse um similar, ou se o Brasil fosse capaz de produzi-la o resultado seria diferente e seu custo não tão elevado.
A minha opinião médica é que o paciente em questão, precisa urgente da tomada da medicação.
Ela é a única alternativa ao problema apresentado em todos os ângulos, e por mais que se procure o fato é que não há, não existe um meio termo ou outra medida paliativa.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Por Dra. Giovana Granzzoti
11/08/2017
Nesta sexta-feira eu peço desculpas por demorar escrever.
Todos esperavam esta atualização pela manhã mas tudo que pensei para escrever hoje, teve de ser mudado.
O motivo, o assunto dessa semana não poderia ser outro que não a droga Sorelis.
A medicação de incrível alto custo que se tornou conhecida de todos nós, leitores Kester nas últimas 24h.
A medicação precisa ser usada pelo Presidente Kester, Jornalista Guilherme Kalel, no combate a um problema que causa deficiências e infecções no sangue e em outras partes do corpo.
Se não tomar a medicação, Guilherme vai desenvolver uma anemia severa e infecção múltipla e generalizada, o que no seu caso seria fatal.
Para evitar essas complicações há uma saída, única saída infelizmente.
E ela está fora de todos os padrões do Brasil.
A medicação Sorilis é a única droga neste momento, capaz de conter o avanço desta doença que acomete Kalel agora.
É necessário que ele tome ao menos duas injeções da droga por mês, num prazo mínimo de 2 anos, que pode ou não ser aumentado, para se ter um efeito esperado e preciso.
Se isso não acontecer, Guilherme não teria chance.
A medicação custa R$ 11 Mil e é uma das mais caras do mundo.
É produzida na Europa e importada para o Brasil, onde é comercializada mediante a retenção da receita.
A droga é relativamente nova aqui, pouquíssimas pessoas tiveram acesso a ela, e todas compraram nem uma pelo SUS.
Pelo seu alto custo, o remédio não está no sistema público de saúde, aliás opinião médica a ser dada, é um dos muitos que tinham de estar no sistema mas que
infelizmente não estão.
Ao custo de R$ 11 Mil, Guilherme precisa de duas por mês, ele gastaria R$ 22 Mil por cada 30 dias.
Se o tratamento durar 2 anos, seriam mais de R$ 500 Mil com remédios.
Como a droga não perdeu a patente, isto dá ao laboratório produtor o direito de comercializa-la ao custo que desejarem.
E isso é algo que influencia neste alto custo da medicação.
Talvez se houvesse um similar, ou se o Brasil fosse capaz de produzi-la o resultado seria diferente e seu custo não tão elevado.
A minha opinião médica é que o paciente em questão, precisa urgente da tomada da medicação.
Ela é a única alternativa ao problema apresentado em todos os ângulos, e por mais que se procure o fato é que não há, não existe um meio termo ou outra medida paliativa.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Primeiro Contato
Primeiro Contato
Por Dra. Giovana Granzzoti
04/08/2017
Caros leitores, sejam todos bem vindos a este espaço.
A partir deste 4 de agosto e nas próximas semanas, sempre as sextas-feiras, estarei publicando por aqui.
Este espaço, chamado de "Cuidado Essencial", será nosso canal de comunicação, ofertado pelo Grupo Kester 10 G.
Vamos conversar por aqui, sobre diversos assuntos no campo médico e procurarei trazer informações referentes a todos os problemas que me perguntarem.
Além de falar sobre as dúvidas de cada um, que procurarei responder com meus artigos, também vou postar a respeito de diversas doenças dentro de minhas áreas de atuação;
Neurologia / neurocirurgia
Cardiologia
Cirurgia Geral
Oncologia
Fitoterapia/homeopatia
Psicologia.
O objetivo deste espaço é esclarecer sobre diversos temas relacionados a estas áreas, com informações que sejam relevantes a auxiliar pacientes, familiares e pessoas que tenham curiosidade em saber como cada doença age ou funciona.
Vamos falar sobre os tratamentos disponíveis, e como realizar cada um deles.
Neste nosso primeiro contato gostaria de aproveitar e agradecer, ao Grupo Kester, especialmente na pessoa de seu Presidente, Jornalista Guilherme Kalel,
que de maneira gentil e prestativa, nos cede espaço para falarmos sobre temas de tamanha relevância num verdadeiro serviço de utilidade pública.
Dores de cabeça e os problemas visuais
Talvez muita gente não saiba, mas muitas das vezes as fortes dores de cabeça no dia dia podem estar relacionadas com a visão e não com um problema neurológico propriamente dito.
As vezes, nós, médicos, recebemos no consultório pessoas que se queixam de dores intensas e por mais que façamos exames de imagens não encontramos nada que as justifiquem.
Um bom profissional ao não encontrar nada que explique a dor, tenta buscar por outras razões para ela ser e estar presente.
Claro que as vezes problemas psicológicos podem desencadear tal dor e por isso é tão importante observarmos com atenção os exames e histórico do paciente.
O papo com o mesmo é muito importante e tão vital quanto um exame avançado de imagens para que o médico faça seu diagnóstico.
Temos em nosso cérebro uma região chamada Lobo Occipital, localizada na parte traseira da cabeça.
É esta região do cérebro que é responsável por nossa visão.
Quando há algo de errado com nossos olhos, o Lobo Occipital tende a ter aumento de pressão intracraniana ou ainda sofrer danos temporários ou permanentes.
Por causa desses danos surgem a dor.
Uma vez que o médico faça o diagnóstico de que o problema do paciente está relacionado com sua visão, é importante tratar os dois pontos.
Os olhos são examinados por um oftalmologista que vai indicar o que o paciente tem e a melhor forma de reversão de tal problema, e depois um medicamento para as dores será indicado.
As vezes, como nos casos de hipermetropia por exemplo, a dor de cabeça se cessa só com o uso correto de óculos ou lentes, sem a necessidade da medicação.
Se você possue dores de cabeça, irritabilidade nos olhos, dores que saem da cabeça e chegam aos olhos, dificuldade de ver de longe, ou ainda a visão embaçada quando está vendo de perto, atenção!
Esses sintomas podem caracterizar doenças oculares, apesar de provocarem dores na cabeça e te confundirem com sintomas de problemas neurológicos.
Procure seu médico para retirar qualquer dúvida, e caso não tenha um, encontre o de sua confiança para um exame claro e preciso.
Que exames podem ser feitos?
Na procura por problemas oculares que identifiquem a dor de cabeça, podem ser feitos exames convencionais nos olhos.
Exame de fundo de olho, aferição da pressão ocular, exame de infravermelho, entre outros.
Já no campo neurológico, uma tomografia do Lobo Occipital será suficiente para mostrar qualquer dano referente a visão.
As vezes, traumas na cabeça podem provocar a perca da visão total ou parcialmente.
Dependendo do grau de comprometimento da lesão isso é irreversível, mas existem técnicas cada vez mais avançadas usadas na Europa, capazes de reverter 95% desses casos.
Infelizmente tais técnicas ainda não chegaram ao Brasil, mas a sociedade médica acredita que chegarão nos próximos anos.
Elas são feitas por neurologistas especializados, porque envolvem a região lesionada do Lobo Occipital para devolver a visão total ou parcial ao paciente.
giovanagranzzoti@miccelann.com.br
Por Dra. Giovana Granzzoti
04/08/2017
Caros leitores, sejam todos bem vindos a este espaço.
A partir deste 4 de agosto e nas próximas semanas, sempre as sextas-feiras, estarei publicando por aqui.
Este espaço, chamado de "Cuidado Essencial", será nosso canal de comunicação, ofertado pelo Grupo Kester 10 G.
Vamos conversar por aqui, sobre diversos assuntos no campo médico e procurarei trazer informações referentes a todos os problemas que me perguntarem.
Além de falar sobre as dúvidas de cada um, que procurarei responder com meus artigos, também vou postar a respeito de diversas doenças dentro de minhas áreas de atuação;
Neurologia / neurocirurgia
Cardiologia
Cirurgia Geral
Oncologia
Fitoterapia/homeopatia
Psicologia.
O objetivo deste espaço é esclarecer sobre diversos temas relacionados a estas áreas, com informações que sejam relevantes a auxiliar pacientes, familiares e pessoas que tenham curiosidade em saber como cada doença age ou funciona.
Vamos falar sobre os tratamentos disponíveis, e como realizar cada um deles.
Neste nosso primeiro contato gostaria de aproveitar e agradecer, ao Grupo Kester, especialmente na pessoa de seu Presidente, Jornalista Guilherme Kalel,
que de maneira gentil e prestativa, nos cede espaço para falarmos sobre temas de tamanha relevância num verdadeiro serviço de utilidade pública.
Dores de cabeça e os problemas visuais
Talvez muita gente não saiba, mas muitas das vezes as fortes dores de cabeça no dia dia podem estar relacionadas com a visão e não com um problema neurológico propriamente dito.
As vezes, nós, médicos, recebemos no consultório pessoas que se queixam de dores intensas e por mais que façamos exames de imagens não encontramos nada que as justifiquem.
Um bom profissional ao não encontrar nada que explique a dor, tenta buscar por outras razões para ela ser e estar presente.
Claro que as vezes problemas psicológicos podem desencadear tal dor e por isso é tão importante observarmos com atenção os exames e histórico do paciente.
O papo com o mesmo é muito importante e tão vital quanto um exame avançado de imagens para que o médico faça seu diagnóstico.
Temos em nosso cérebro uma região chamada Lobo Occipital, localizada na parte traseira da cabeça.
É esta região do cérebro que é responsável por nossa visão.
Quando há algo de errado com nossos olhos, o Lobo Occipital tende a ter aumento de pressão intracraniana ou ainda sofrer danos temporários ou permanentes.
Por causa desses danos surgem a dor.
Uma vez que o médico faça o diagnóstico de que o problema do paciente está relacionado com sua visão, é importante tratar os dois pontos.
Os olhos são examinados por um oftalmologista que vai indicar o que o paciente tem e a melhor forma de reversão de tal problema, e depois um medicamento para as dores será indicado.
As vezes, como nos casos de hipermetropia por exemplo, a dor de cabeça se cessa só com o uso correto de óculos ou lentes, sem a necessidade da medicação.
Se você possue dores de cabeça, irritabilidade nos olhos, dores que saem da cabeça e chegam aos olhos, dificuldade de ver de longe, ou ainda a visão embaçada quando está vendo de perto, atenção!
Esses sintomas podem caracterizar doenças oculares, apesar de provocarem dores na cabeça e te confundirem com sintomas de problemas neurológicos.
Procure seu médico para retirar qualquer dúvida, e caso não tenha um, encontre o de sua confiança para um exame claro e preciso.
Que exames podem ser feitos?
Na procura por problemas oculares que identifiquem a dor de cabeça, podem ser feitos exames convencionais nos olhos.
Exame de fundo de olho, aferição da pressão ocular, exame de infravermelho, entre outros.
Já no campo neurológico, uma tomografia do Lobo Occipital será suficiente para mostrar qualquer dano referente a visão.
As vezes, traumas na cabeça podem provocar a perca da visão total ou parcialmente.
Dependendo do grau de comprometimento da lesão isso é irreversível, mas existem técnicas cada vez mais avançadas usadas na Europa, capazes de reverter 95% desses casos.
Infelizmente tais técnicas ainda não chegaram ao Brasil, mas a sociedade médica acredita que chegarão nos próximos anos.
Elas são feitas por neurologistas especializados, porque envolvem a região lesionada do Lobo Occipital para devolver a visão total ou parcial ao paciente.
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